Memento mori

Memento mori
Anima eius et animae omnium fidelium defunctorum per Dei misericordiam requiescant in pace.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Sylvia Plath

Sylvia Plath (Boston, 27 de outubro de 1932 - Londres, 11 de fevereiro de 1963) foi uma poetisa, romancista e contista norte-americana, reconhecida principalmente por sua obra poética.

  Casada com o também poeta Ted Hughes (1930-1998) com quem teve dois filhos, os problemas psicológicos de Sylvia começaram de fato, logo após ela sofrer um aborto espontâneo em 1961. A seguir, seu relacionamento também começa a declinar.
       Em 11 de fevereiro de 1963, então já separada do marido, a poetisa decide então terminar com a própria vida, aos 30 anos de idade.


      Em sua maior obra, um romance semi-biográfico,  A Redoma de Vidro - lançada em 1963 - Sylvia Plath conta em detalhes toda a sua luta contra a depressão.
       Sylvia foi enterrada na pequena aldeia de Heptonstall, no condado de West Yorkshire, norte da Inglaterra.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Morte - Supremo alívio

"Não é verdade que a morte é/ o pior de todos os males;/ é um alívio para os mortais/ que estão cansados de sofrer."
Pietro Mestatásio 


terça-feira, 23 de maio de 2017

Mistérios da Morte

"Morte, que mistérios encerras?...Ninguém o sabe...Todos o podem saber...Basta ir ao teu encontro, corajosa, resolutamente, que nenhum mistério existirá já!"
Mário Sá-Carneiro


sexta-feira, 31 de março de 2017

Se tenho Medo

Se tenho medo de meus dias terminar
antes de a pena me aliviar o espírito, antes
de muito livro, em alta pilha, me encerrar
os grãos maduros como em silos transbordantes;
se vejo, nas feições da noite constelar,
enormes símbolos nublados de um romance
e penso que não viverei para copiar
as suas sombras com a mão maga de um relance;
quando sinto que nunca mais hei de te ver,
formosa criatura de um momento ideal!
Nem hei de saborear o mítico poder
do amor irrefletido! - então no litoral
do vasto mundo eu fico só, a meditar,
até ir Fama e Amor no nada naufragar.
John Keats